O acidente que ocorreu na tarde de ontem (05/12), em Gravataí, vitimou duas pessoas. Rúbia Beatriz Oliveira Oltz, de 18 anos e grávida de 6 meses, não resistiu. Os médicos ainda tentaram salvar o bebê com uma cesariana de emergência, mas não conseguiram. Com fratura em uma das pernas, Marilda Gomes Goulart, de 62 anos, foi internada em estado grave, mas não resistiu.

Elisete da Silva, Francisco Carlos Fabris e João Victor Oltz, de três anos, Fábio Maciel, Isadora Lemos e Fabiana Barcelos da Silva, grávida de cinco meses, sofreram ferimentos.

O delegado da 1ª DP, Anderson Spier, acredita que o motorista do carro-forte que provocou o acidente será indiciado por homicídio culposo – quando não há intenção de matar.  De acordo com o oficial da Polícia Civil, os depoimentos indicaram negligência na manobra que acarretou a colisão com o ônibus.

Um evento trágico que nos leva a pensar: é um absurdo que em um centro movimentado de uma cidade grande da Região Metropolitana, em horário de rush, profissionais que atuam no trânsito, e que, portanto, precisam estar extremamente atentos à sinalização, não respeitem os limites de velocidade. Se a lei e as normas fossem respeitadas, haveria apenas danos materiais, e não vítimas fatais.

Esperemos que a morte dessas pessoas não seja em vão. Que, agora, haja mais responsabilidade, mais sinalização e mais respeito.

Créditos Destaque: Mateus Bruxel / Diário Gaúcho