Imagem ilustrativa. Divulgação/Freepik

A seção de Saúde da Revista Evidência de janeiro vai abordar um tema em alta no verão: os cuidados para evitar a desidratação. A reportagem apresentará informações importantes sobre o tema, com foco na prevenção e tratamento. Abaixo, alguns dos tópicos tratados na matéria. Aguarde a próxima edição e confira o material completo!

A doença

A desidratação é resultado da não reposição da água, que pode ser eliminada através da respiração, do suor, da urina, fezes ou lágrimas. Um indivíduo pode ficar desidratado se não ingerir líquidos suficientes ou, ainda, por causa de outros quadros, como ocorrências de vômito, diarreias e febre; transpiração em excesso; descontrole no uso de diuréticos, entre outros.

A desidratação apresenta alguns sinais, tais como: olhos fundos, ausência de lágrimas, boca e língua secas, muita sede, diminuição da quantidade de urina. Nos bebês, pode-se verificar o afundamento da moleira. Nos casos mais graves, nota-se o aparecimento de sintomas como dor de cabeça, sonolência, fraqueza, tontura e aumento da frequência cardíaca, além de queda da pressão arterial, convulsões, falência de órgãos e morte.

Como prevenir?

Para evitar que fiquemos desidratados, algumas medidas preventivas são importantíssimas:

– O recém-nascido deve ser amamentado, pelo menos, até o sexto mês de vida;

– Beber água tratada, filtrada ou fervida;

– Ingerir bastante líquido, principalmente em dias muito quentes (normalmente, a dica é beber pelo menos dois litros);

– Ter uma atenção especial com crianças e idosos, verificando se eles estão ingerindo a quantidade de líquidos suficiente para o bom funcionamento e hidratação do organismo;

– Usar roupas leves e evitar a exposição direta ao sol nos dias de temperatura elevada;

– Não praticar exercícios físicos nas horas mais quentes do dia;

– Lavar bem as mãos antes das refeições e depois de ter usado o banheiro;

– Cuidar para que os alimentos que serão ingeridos crus sejam corretamente preparados.