Foto: Arquivo Pessoal

Sem esforço algum, a cachorrinha Nina conquistou a arquiteta Gabriela Costa da Silva (31) e seus pais, Paulo Fernando e Maria Virgínia. Basta ver algumas fotos da lindinha com a família para perceber que a adoção foi um presente para os dois lados. Tanto os adotantes quanto o animal esbanjam alegria! Os olhinhos da vira-lata não mentem: ela encontrou o lar ideal para ser feliz! A adoção foi realizada em agosto de 2017 e, desde então, Gabriela não se imagina longe da pet. “Eu ganhei uma filha canina maravilhosa. Agradeço todos os dias por ela ter saúde, ser feliz e ter entrado nas nossas vidas. A minha vida com certeza é mais alegre junto dela. A gente faz tudo pela nossa gordinha”, salienta.

Natural de Tapes, mas residente em Porto Alegre, a arquiteta sempre gostou de cachorros e antes mesmo de proporcionar um lar repleto de amor, carinho e cuidado para Nina, já tinha um olhar diferenciado para os animais. “Três meses antes de adotá-la, o meu outro cachorrinho tinha falecido. Foi um choque muito grande para mim e, a partir daquele momento, mudei completamente meu jeito de pensar no que tange aos animais. Eu passei a me importar com todos os animais de rua e parei de comer carne”, comenta. A vontade de adotar um cão era grande. Se pudesse, adotaria mais bichinhos. Contudo, Paulo Fernando e Maria Virgínia estavam um pouco receosos devido ao acontecimento recente. Mas eles acabaram concordando com a ideia. Foi por intermédio da gravataiense Cynthia Barcelos que conheceram a querida cachorrinha.

Gabriela recorda que já no primeiro contato, a família ficou encantada com o animal. “Um colega do meu pai mostrou uma foto da Nina para ele. Naquele momento, eu já havia me interessado por outra cadelinha, porém havia fila de espera para adotá-la. Então, fomos conhecer a Nina, que havia sido resgatada há poucos dias e estava para adoção. Foi amor à primeira vista. Lembro que meu pai ficou todo bobo quando a viu”, relata.

Foto: Arquivo Pessoal

Com seu jeitinho, a vira-lata conquistou rapidamente um lugar especial, não só na casa, mas no coração dos tutores. “Ela é muito meiga. Gosta de receber carinho, não incomoda nadinha. Não fica latindo. Ela se dá com outros cachorros, mas não todos. É seletiva, tem os seus melhores amigos. Fica faceira quando chega em casa depois do banho e quando retorna do passeio da manhã pula direto em cima da minha cama. Faz muita festa quando eu e meus pais chegamos em casa”, conta a adotante, acrescentando que a pet tem alguns hábitos fofos.  “Ela está com a mania de pedir comida: para na frente do prato e se ninguém dá bola, arrasta o pratinho de comida e fica te olhando e empurrando o prato até ganhar alguma coisa.”

Segundo a tapense, quem pensa em adotar um cãozinho ou um gatinho deve estar ciente da responsabilidade e pode ter certeza de que eles são “puro amor” e querem apenas carinho. “Ter cães e gatos traz alegria e benefícios para a saúde. Você começa a fazer programas que incluam o seu bichinho e dentro de ti transborda amor. É gratificante”, afirma.

*Matéria publicada na edição de janeiro da Revista Evidência.