Basicamente, as etapas para uma transfusão de sangue errada são quatro:

UM – Quando uma pessoa recebe um sangue incompatível com o seu, suas células de defesa logo reagem (glóbulos brancos) e agem como se o sangue doado fosse um “invasor” e destroem as hemácias alheias. Neste processo, parte de suas hemácias também é destruída. Esse processo é chamado de hemólise.

DOIS –   Um dos primeiros sintomas de que algo deu errado é a febre. O aumento da temperatura é uma reação de defesa do corpo e fruto da destruição das hemácias. É um processo parecido a quando temos febre por conta de uma infecção, só que, neste caso, o corpo vê as hemácias alheias como invasoras.

TRÊS – Como consequência do processo, o organismo produz substâncias vasodilatadoras. O efeito é a queda da pressão arterial, comprometendo a oxigenação. Para compensar a pressão baixa, o coração bate mais depressa. Surgem dores no peito e nas costas.

QUATRO – A queda de pressão também afeta os rins, que não funcionam direito. A pessoa perde hemoglobina (proteína responsável pelo transporte do oxigênio) através da urina, que fica escura. A situação pode se agravar para um quadro de insuficiência renal aguda e até morte do paciente.

Fonte: http://diariodebiologia.com

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