Jorge e Maria Christina comemoraram 33 anos de casamento. Foto: Revista Evidência
Foto: Arquivo Pessoal

Um encontro ao acaso uniu Maria Christina (60) e Jorge Espíndola (57), em abril de 1984. Ele ia para um bar com os amigos, em Porto Alegre. Ela, também acompanhada das amigas, para um teatro. Foi amor à primeira vista. Estão juntos desde então. Trocaram as alianças em dezembro de 1987, na Igreja Matriz de Gravataí. Na cidade que escolheram para morar, após passagens por Porto Alegre, Novo Hamburgo e Florianópolis, vem trilhando um lindo caminho, repleto de amizades e alegrias. Foi na querida Aldeia que nasceu o filho, Jorge, agora com 30 anos. É em Gravataí onde residem muitos dos melhores amigos, uma “turma grande”, que, por causa da pandemia, não tem se visto com a frequência de antes. A vida social está mais tranquila, porém o casal torce para que logo a população tenha acesso a uma vacina contra a Covid-19 e, a rotina volte aos trilhos.

Com todos os cuidados necessários, Christina e Jorge viajaram, há algumas semanas, para o Rio de Janeiro para comemorar os 33 anos de casamento, Bodas de Crizo. Ficaram cerca de uma semana na Cidade Maravilhosa, hospedados em Copacabana. Curtiram a praia e alguns locais tradicionais do roteiro de quem visita a capital fluminense. Conforme a professora aposentada, viajar é uma das atividades prediletas, por isso, sempre que possível, eles aproveitam o tempo em algum lugar especial, principalmente com praia. Passada a pandemia, o casal almeja retomar as viagens pelo exterior. Dinamarca, onde reside o afilhado José Luiz, e Estados Unidos estão na lista de países que querem visitar. O empresário, que presta consultoria no ramo de máquinas pesadas, gosta de jogar tênis e planejava ter ido a Miami em 2020 para assistir a um torneio, evento que foi cancelado por causa da pandemia.

Foto: Arquivo Pessoal

Os protocolos de prevenção à Covid-19 não adiaram apenas passeios. Christina conta que a mãe, Maria Elisabeth, vive num lar geriátrico e o contato tem sido apenas por chamadas ou de longe, pois visitas estão suspensas. O abraço até pode ser dado, por meio de uma estrutura plástica, mas para a porto-alegrense não é a mesma coisa. Ela e o esposo apreciam muito os momentos com os familiares e amigos. Justamente por isso estão na expectativa para que a vida volte ao normal, após a vacinação contra o coronavírus. Permanecendo bastante tempo em casa, no bairro Dom Feliciano, Jorge tem se dedicado a um hobby: cuidar dos pássaros. Diariamente, coloca alimentação às aves que vêm ao pátio. O esporte também segue como uma atividade indispensável. Semanalmente, reserva períodos para jogar tênis. O empresário já participou de vários campeonatos e conquistou títulos, tendo representado a Estância Província de São Pedro, o Paladino, entre outros clubes. Na capital catarinense, conheceu Gustavo Kuerten, o Guga, e o viu se tornar uma das maiores referências da modalidade.

*Matéria publicada na edição de janeiro da Evidência.