Há quatro meses, incêndio atingiu a APA do Banhado Grande. Foto: Divulgação/Sema

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) vem monitorado a situação das queimadas no Rio Grande do Sul. As análises de dados disponíveis foram intensificadas principalmente após o agravamento da crise hídrica entre fevereiro e maio. O monitoramento é realizado de forma online, por meio do sistema disponibilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Porém, nos últimos meses, a Sema adotou mais uma moderna ferramenta, com tecnologia da Nasa, para acompanhar o comportamento das queimadas. O programa permite captar focos de calor a cada 48 horas, agregando maior controle com uma ferramenta de sensoriamento remoto, possibilitando análises periódicas dos focos de incêndio não autorizados. Os dados, gerados remotamente, são recebidos por técnicos da secretaria.

Incêndio na região

Em abril deste ano, um incêndio atingiu à Área de Proteção Ambiental do Banhado Grande (APABG). As chamas se alastraram de forma subterrânea, em um evento raro no sul do país. O combate ao fogo durou quase um mês e contou com uma força-tarefa formada por integrantes da Sema, da Patram, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da Brigada Militar e da Defesa Civil. O Instituto Chico Mendes (ICMBio), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), o Exército e o Ministério Público Estadual também apoiaram as ações.

Fonte: Governo do Estado