Nesta época do ano, com a chegada do verão, um assunto de utilidade pública que está sempre em pauta é a dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e que veio para o Brasil através de navios negreiros provenientes da África, no período colonial.

Em Gravataí, já foram registrados 165 focos da doença. Atualmente, 103 agentes de combate a endemias percorrem bairros e visitam casas da população da cidade, orientando sobre os cuidados e medidas a serem tomadas para acabar com o mosquito, examinando locais propícios para o seu desenvolvimento e, em caso de localização de focos do inseto, aplicando o larvicida “Temefós”.

Existem dois tipos de dengue: a clássica e a hemorrágica. Os sintomas da primeira são febre alta, forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda do paladar e apetite, manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, náuseas e vômitos, tonturas, extremo cansaço, moleza e muitas dores nos ossos e articulações. Na dengue hemorrágica, a mais perigosa, os sintomas são os mesmos, mas depois evoluem para dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, pele pálida, fria e úmida, sangramento pelo nariz, boca e gengiva, manchas vermelhas na pele, sonolência, agitação e confusão mental, sede excessiva e boca seca, pulso rápido e fraco, dificuldade respiratória e perda de consciência.

Para erradicar os focos da doença, além do trabalho que vem sendo realizado, é importante que a população se mantenha alerta e cuide de sua casa. A melhor forma de se evitar a epidemia é combater o acúmulo de água, propício para a criação do mosquito. Por isso, deve-se ter cuidado com a água parada em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

O site dengue.org.br oferece diversas informações sobre a doença, além de dicas de prevenção, explicação da dengue, história e notícias sobre a epidemia no Brasil.

Fonte: dengue.org.br e Prefeitura de Gravataí

Créditos Destaque: Luciana Marques – SECOM/PMG