Ocorre agora, na manhã desta quinta-feira (11/07), uma manifestação em frente à prefeitura de Gravataí, que durará até às 13h.

Diversos sindicatos se uniram para chamar atenção do governo para pautas da classe trabalhadora, como redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução do salário, abertura dos postos de saúde 24 horas, menos impostos e reforma agrária.

Segundo o sargento do 17° Batalhão da Brigada Militar, Alex Bastos Santos Moreira, cerca de 100 pessoas estão no local. Moreira afirmou que todo o efetivo da brigada foi empregado para acompanhar as movimentações que podem ocorrer no município. O sargento salientou que os policiais apoiam a manifestação pacífica e seu único objetivo é garantir a segurança dos manifestantes e da comunidade.

Apesar do número reduzido de presentes no ato, a professora Vitalina Gonçalves, presidente do Sindicato dos Professores Municipais de Gravataí e secretária de finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Rio Grande do Sul, comemora o fato de a principal meta ter sido atingida. “Já atingimos o nosso objetivo que é parar o país. O país parou!”, enfatiza a presidente.

Vitalina explica que, por esse motivo, a Sogil foi escolhida como símbolo para essa paralização. Segundo a professora, os manifestantes pretendem barrar a passagem dos ônibus durante todo o dia, no entanto podem haver negociações. 

Créditos destaque: Revista Evidência