Foto: Arquivo/Revista Evidência

Quem conhece o escritor Borges Netto (63) sabe que ele está sempre debruçado sobre alguma história. Escreve diariamente. O autor costuma lançar pelo menos um livro por ano. Na pandemia de Covid-19, não tem sido diferente. Mesmo sem edição da Feira do Livro em 2020 e encontros do Clube Literário, o gravataiense seguiu colocando as inspirações no papel. Também foram criados grupos no WhatsApp para que os saraus – agora virtuais – e a troca de informações sobre Literatura não cessassem.

No ano passado, Borges publicou A Gata Carmelita, um livro de contos produzido a partir de um pedido da neta, Alice Jorge. “Ela queria que todas as histórias falassem de gatos. Para mim soou como um desafio”, admite o escritor, que narra momentos como o período em que ficou afastado da família para estudar no Josefina Becker e o trabalho como entregador de leite na década de 1970. A capa apresenta uma aquarela produzida por Denise Pacheco Lopes (in memoriam), em 2002.

Capa e contracapa do livro Uma Noite Acampados.

Para este ano, o objetivo é que haja Feira do Livro na cidade para o lançamento oficial de Uma Noite Acampados. A publicação reúne memórias do autor de um acampamento realizado a pedido da neta. Borges também produziu O Lar das Meninas, que traz contos adaptados de situações descritas em alguns de seus trabalhos que já esgotaram. Esta obra não terá lançamento, mas pode ser adquirida através do e-mail borgesnettoescritor@gmail.com.