Renato com Ana Carolina e os filhos, Pedro e Cecilia. Foto: Arquivo Pessoal

Neste domingo (9/8), celebramos o Dia dos Pais. Em homenagem a eles, a Evidência tem publicado, desde segunda (3/8), histórias sobre amor, proteção e parceria entre pais e filhos. Essa é a última matéria da série, que integra a edição de agosto da revista.

O altruísmo de um pai

Foto: Arquivo Pessoal

“O papel do pai é o de orientar, prover e amar.” É o que pensa o dentista e empresário Renato Viegas Cremonese (39), que tem dois filhos, Pedro (5) e Cecilia (3). A paternidade foi transformadora para ele, o fazendo perceber que o altruísmo torna as pessoas melhores. “Entendi perfeitamente o papel dos meus pais. Meu reconhecimento por tudo o que fizeram mudou radicalmente. Acredito que damos muito pelos filhos, mas aprendemos muito também.” Renato e a esposa, a psicóloga Ana Carolina Gismonti de Souza Cremonese (38), viram o relacionamento ficar ainda mais forte com a chegada das crianças. “Consolidou a parceria, aumentou nossa cumplicidade e admiração”, comenta o dentista. A família não desperdiça a oportunidade de momentos juntos. Um dos costumes é o de cozinharem. O pai procura despertar o interesse das crianças por diferentes sabores, texturas e temperos. Na casa, há uma regra para a alimentação: “tem que provar!” Outro aspecto que considera importante é estimular o movimento, em benefício da saúde. “Desde bebês foram acostumados a sacolejar dentro de um carrinho enquanto eu corria. Assim que firmaram a cabecinha, foram promovidos para a cadeirinha da bicicleta, que é o local predileto do Pedro para uma soneca. Antes da quarentena, caminhávamos para a escola e pelo bairro à procura de frutas”, conta.

É com muita alegria que o empresário acompanha as descobertas dos filhos. “A principal mudança, durante o crescimento, é que a troca vai aumentando cada vez mais. Quando bebês, quase só damos. Agora, especialmente com o Pedro, as conversas começam a ficar muito mais interessantes. E ver a cabecinha funcionando, criando, é muito legal e muitas vezes divertidíssimo”, salienta. Perder essa proximidade, no futuro, é uma das coisas que ele, assim como qualquer outro pai, não deseja. “Farei uma força danada para continuar atrativo para eles quando crescerem, porque sei que os interesses serão outros. A competição fica grande.”