A plagiocefalia posicional é um problema que provoca deformidade em 12 a cada 100 bebês em todo o mundo. Para ajudar no tratamento a essa anomalia, 250 mulheres participaram de uma reunião no Sindilojas Gravataí, no último dia 25. Elas, que são participantes do Sindimulher (coordenadoria criada este ano para, conforme o presidente do Sindilojas, José Rosa, “focar ações na valorização e melhor qualificação da mulher empreendedora”), tiveram uma palestra especial, sorteio de brindes e coquetel à disposição.

“Em parceria com o Sindilojas, esperamos proporcionar um local adequado para uma palestra de conscientização sobre a plagiocefalia, ministrada por um especialista na área”, contou a vice-presidente do Sindilojas Ivete Amorim, que também é uma das coordenadoras do Sindimulher. Por enquanto, o tratamento à anomalia existe apenas nos Estados Unidos e no Brasil – mas somente em São Paulo. Trazer para o Rio Grande do Sul, onde há apenas um médico especialista no assunto, é um dos objetivos do grupo.

“Estas 250 mulheres que compraram o convite e as empresas que presentearam suas colaboradoras estão nos ajudando a tornar realidade esse projeto. Nossa contribuição pode ser pequena, mas podemos multiplicar isso com a ajuda de toda a comunidade”, destacou a também vice-presidente do Sindilojas, Cerli Dal Santo.

A plagiocefalia posicional pode causar problemas estéticos e funcionais aos órgãos localizados na cabeça do bebê. A deformidade pode ser revertida quando tratada até um ano e três meses de vida. O tratamento é relativamente simples: o uso de uma espécie de capacete, que ajuda a alinhar a forma do crânio.

Fonte: Sindilojas