Nesta sexta-feira (25/11), é celebrado o Dia Nacional do Doador de Sangue. Apesar dos diversos avanços da medicina, ainda não é possível fabricar sangue artificialmente. Dessa forma, os hemocentros dependem diariamente das pessoas que decidem doar em solidariedade àqueles que estão com a saúde debilitada.

Segundo a Fundação Pró-Sangue, a cada 2 minutos, algum paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil. Todavia, o número de doadores ainda é pequeno no país, menos de 2% da população. Isso faz com que os hemocentros enfrentem problemas com o pouco estoque de bolsas de sangue. Os principais fatores que causam esse empecilho são o preconceito, a falta de orientação e o medo de fazer a doação.

É importante que a sociedade compreenda que não se deve doar sangue somente quando um parente ou amigo necessita, mas sim frequentemente, para que os estoques não sejam prejudicados pela escassez sanguínea.

O sangue doado é rapidamente reposto pelo organismo, e o doador não sofre nenhum prejuízo. Além disso, uma doação pode salvar até três vidas. Se os hemocentros puderem contar com as pessoas saudáveis que doem sangue regularmente, em pouco tempo o país terá uma população doadora capaz de sanar as dificuldades dos bancos de sangue.

No site da Fundação Pró-sangue é possível encontrar endereços de hemocentros, que estão espalhados por todo o Brasil. Confira: http://www.prosangue.sp.gov.br/hemocentros-do-brasil/

Fonte: Marsi Assessoria de Imprensa e Comunicação