Foto: Daniela Dimer

*O artigo a seguir é de autoria da psicóloga Lisiana Saltiel.

Compreender e desenvolver a Inteligência Emocional é essencial para quem quer ter saúde mental e qualidade de vida. Ainda, para quem quer evoluir profissionalmente, melhorar seu desempenho, promover relacionamentos fortes e realizar de forma coletiva, com liderança e assertividade.

A compreensão da Inteligência Emocional inicia na neurociência afetiva, que explora como as emoções são reguladas pelo cérebro. E envolve três aspectos importantes:

Primeiramente, entender o conceito de I.E., concentrando-se em duas grandes áreas: EXPRESSÃO e COMPREENSÃO / VALIDAÇÃO das NOSSAS EMOÇÕES e das pessoas que nos cercam. Assim, podemos AGIR com EMPATIA quando nos COMUNICAMOS / RELACIONAMOS com os outros.

O segundo aspecto que devemos considerar é que alguns autores acreditam que a I.E. faz parte da nossa constituição psicológica, assim como a personalidade e o Quociente de Inteligência (Q.I.), que mede a inteligência geral. Juntos determinam quem somos e como interagimos com os outros. As pesquisas mostram que a personalidade e o QI não predizem a I.E. Aliás, funcionam de forma independente, interagindo para nos ajudar a resolver problemas e tomar decisões. Todos podem desenvolver a I.E., ou seja, podemos assumir o controle da nossa vida, de como vivenciamos e expressamos nossas emoções e trabalhar a empatia.

E, por fim, o terceiro ponto é a importância de se dedicar para o desenvolvimento da I.E., pois ela influencia diretamente no nosso desempenho, conquistas pessoais e os relacionamentos que construímos. Enquanto medimos o QI através da capacidade de raciocínio, e de como usamos informações e lógica para responder às perguntas, a avaliação da I.E. é totalmente diferente, pois se concentra em quatro pilares.

O primeiro e mais importante é o autoconhecimento, a autoconsciência, ou seja, nos conhecermos, estarmos cientes das emoções e expressá-las, validá-las. O segundo pilar é o autocontrole, autogestão, saber “controlar” as nossas emoções de forma saudável. Isso não significa que não devemos senti-las. O terceiro, a consciência social, a empatia, a importância de saber reconhecer as emoções no outro. E, por último, o gerenciamento/desenvolvimento das relações, a forma mais assertiva e saudável de lidar com os relacionamentos.

Aqueles que conseguem gerenciar suas vidas emocionais com mais serenidade e autoconsciência parecem ter uma vantagem clara e considerável na saúde!

Vamos fazer um exercício de reflexão sobre a sua Inteligência Emocional?

Responda, com VERDADE, os questionamentos abaixo:

– Como você tem usado a sua I.E. em situações pessoais, no trabalho?

– Você sabe quais são seus pontos fortes e como usá-los a seu favor?

– Existem áreas em que você poderia melhorar?

– Você se questiona por que algumas pessoas conseguem gerenciar seus relacionamentos (pessoais e de trabalho) com facilidade e outras não?

– Você já se questionou sobre o que as pessoas que  o(a) cercam pensam sobre você e como o(a) veem? Sobre a impressão que causa nas pessoas?

– Como você pode criar um processo de melhoria contínua na sua vida? E como isso faz sentido para você?

– Você consegue ler as emoções das pessoas que estão à sua volta?

– Consegue entender o que ela está sentindo quando age de tal forma?

Ficou interessada no assunto? Quer iniciar um processo de aprendizado para refletir a analisar sobre como você pensa e reage às situações? Sobre as mudanças que gostaria de ver em você?

Convido-o(a) a visitar meu Instagram @lisisaltiel, ou chamar no WhatsApp (51) 991511616 e pedir informações sobre o curso de Inteligência Emocional para Mulheres. É possível desenvolver sua saúde mental com propósito e qualidade de vida!