O desenvolvimento de um trabalho específico de preparação física, orientado por um profissional qualificado, é muito importante para a performance técnica de quem pratica esporte.

No surf e em outras modalidades aquáticas, por exemplo, lidar com situações adversas faz parte do universo do atleta, dentro deste contexto, um treinamento adequado deve proporcionar condicionamento, habilidade e confiança.

Pioneiro em utilizar apneia em esportes radicais, o diretor da Apnea Sports Consultoria Esportiva e recordista brasileiro em apneia, Christian Dequeker estará em Porto Alegre, nos dias 12 e 13 de abril, ministrando a oitava edição do curso de apneia com o método de treinamento M.S.R. (Método da Simulação da Realidade).

A técnica ensinada, tem como objetivo fazer com que o aluno permaneça o maior tempo submerso sem o auxílio de equipamentos para a respiração, ou seja, apenas com a reserva de ar dos pulmões.

“Diferentemente da apneia aplicada para o freediving (mergulho livre), no surfe ela deve ser feita em elevado nível de estresse, frequência cardíaca alta e muita adrenalina no sangue”, explica o especialista.

O treinamento específico e bem direcionado leva o surfista a permanecer em bloqueio relativamente longo na turbulência das ondas e controlar as emoções.

Dequeker já treinou surfistas como Romeu Bruno, Luis Roberto Formiga, Silvyo Mancusi e Alexandre Haigaz, além de alpinistas e mergulhadores.

 

Sobre Christian Dequeker

Surfista há 32 anos, o profissional de Educação Física já foi recordista brasileiro de mergulho em apneia, integrante da equipe nacional de Freediving no mundial de 2001 na Espanha e preparador físico de esportes de aventura. Pioneiro em utilizar a apneia nos esportes radicais, também treina surfistas de ondas gigantes, alpinistas e mergulhadores.

Além do cenário esportivo, Christian Dequeker também atuou em projetos acadêmicos, como o trabalho realizado em parceria com o fisiologista Doutor Renato Lotufo e com o Doutor Jorge Ribera, médico do esporte, que visa estimular a produção de um hormônio capaz de acelerar o transporte de oxigênio no sangue e, assim, melhorar a capacidade aeróbia dos atletas. Ainda na área educacional, entre 2005 e 2010 o especialista ministrou aulas no Centro de Estudos da Fisiologia do Exercício (CEFE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

 

Fonte: Patrícia Jimenes/Assessora de Imprensa.

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