Foi um carnaval que passou…

Das célebres marchinhas aos sambas-enredo que contam grandes histórias ou mesmo são manifestações de resistência cultural, o Carnaval traz para muitas pessoas boas recordações. Desfiles e bailes, com toda a sua alegria, brilho, cor e criatividade ficaram na memória dos foliões, que hoje, por causa da pandemia de Covid-19, não farão festa, mas relembrarão outros tempos…

Foto: Arquivo Pessoal

Para Júlio Barbosa dos Santos Júnior (68) e Ângela Maria Fonseca Barbosa dos Santos (65), o Carnaval de 1975, no Paladino Tênis Clube, foi um dos melhores. Foi a primeira vez que celebraram a data juntos. No ano anterior, ela havia sido eleita a Rainha do Carnaval da instituição. “Começamos o namoro em 15 de maio de 1974. Em fevereiro deste mesmo ano, ela sucedeu a Rainha Naira Janete de Oliveira (in memoriam). Em 1975, a acompanhei para passar a faixa para Maria Zilda Gomes Ferreira”, recorda Julinho.  “Neste clima de salão, das tradicionais marchinhas, confetes, serpentinas, com fantasias improvisadas, com os blocos carnavalescos da cidade e rodeados de amigos que aproveitávamos o Carnaval com muita brincadeira e alegria”, completa. O casal não tem certeza de quem fez os registros fotográficos da ocasião, mas imagina que tenha sido Elmo Ludwig, que acompanhava os grandes eventos da cidade naquela época.

 *Esta matéria integra o especial de Carnaval da Evidência de fevereiro.