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Grupo de teatro apresenta no dia 25 de abril a peça Conflit@dos: Dramas e Conflitos da Geração Z, na Escola Heitor Villa Lobos

A Companhia de Teatro Conect@dos está retomando os trabalhos após um período de interrupção dos ensaios. O grupo, dirigido pelo professor Vanderlei Cardoso, terá renovações no elenco e montará espetáculos, além de dar continuidade à peça Conflit@dos: Dramas e Conflitos da Geração Z. Conforme o diretor, este trabalho teatral é resultado na preocupação com a violência no ambiente escolar. “Temos a consciência de que podemos, enquanto grupo, transmitir uma mensagem alertando os estudantes contra as drogas e para uma cultura de paz dentro e fora da escola”, comenta. A próxima apresentação (Conflit@dos) está agendada para o dia 25 de abril, à tarde, na Escola Heitor Villa Lobos.
 
O Grupo Conect@dos já se apresentou em várias escolas de Gravataí e da região. Participou de festivais e obteve diversas premiações. Entre os reconhecimentos obtidos está o Prêmio Especial do Júri do Festival de Teatro Estudantil (Festil) do ano passado. Na ocasião, a trupe levou para o palco do Sesc dois projetos, Gritos do Silêncio e O mistério de Feiurinha. “Mais do que troféus, nosso objetivo é conquistar público e fazer arte. Mostrar que, apesar das dificuldades, podemos tornar o teatro algo possível dentro de nossas escolas. E fazer disso uma ferramenta de inclusão e trabalho social”, afirma.
 
Formação do grupo
 
O Conect@dos surgiu em 2013, na Escola Antônio José de Alencastro. Vanderlei, que leciona Geografia e História, buscava uma maneira de fazer os alunos apresentarem os trabalhos de forma segura, sem inibição. “Aquilo que pareceu ser apenas um exercício de sala de aula passou para o pátio da escola e, em seguida, para o palco do SESC. Tudo ocorreu de forma inesperada. Eu queria que meu aluno visse que me importava com ele. Que ele se sentisse protagonista e parte importante do aprendizado. Que a escola fosse um espaço envolvente e interessante. Que a comunidade se sentisse representada e parte integrante da escola”, relata o educador. Com o tempo, o projeto passou a envolver estudantes de outras instituições.
 
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