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Após o susto, o que ficam são as lições de organização e solidariedade

Gaúcha residente em Orlando relata como a população foi assistida durante a passagem do Furacão Irma pela Flórida

A passagem do Furacão Irma deixou um rastro de destruição, mas os moradores das regiões atingidas destacam como a organização das autoridades e a solidariedade tem sido imprescindíveis. O furacão atingiu o Caribe antes de chegar a Flórida, nos Estados Unidos, onde milhões de pessoas ficaram sem luz e tiveram que lidar com prejuízos nas residências e transtornos como a interrupção de estradas e alagamentos. A gaúcha Liziani Garcia Zandonai, que é de Gravataí, mas está morando em Orlando, relata como os últimos dias foram tensos. “É inexplicável a sensação de saber que está num lugar que é rota de um furacão”, comenta. 
 
A brasileira conta que cerca de uma semana antes do período em que estava prevista a passagem do furacão pela região, as autoridades começaram a orientar a população sobre proteção da casa e abastecimento com água e comida para os dias que viriam. “Fomos muito bem orientados e informados de tudo que acontecia”, diz. “Sinais de alerta enviados para os celulares deixavam o clima mais tenso. Mas nossa região é considerada a segunda mais segura da Flórida. Isso nos acalentava. Não tivemos ordem de evacuação”, acrescenta. Segundo Liziani, a família encarou períodos com toque de recolher e momentos assustadores, em virtude do vento forte, porém a casa não sofreu nenhum dano. “Passamos pelo Irma e isso nos fortaleceu. Aprendemos muito sobre organização, prevenção, gentileza e solidariedade. Agora é vida que segue”, destaca Liziani. 
 
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